quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

(Lendas Árabes ) O COMERCIANTE E O GÊNIO


Havia um comerciante que possuiu grande riqueza, tanto em terras,mercadorias como também em dinheiro. Ele era obrigado, de tempos em tempos, a viajar para cuidar de seus negócios. Numa dessas vezes, ele montou seu cavalo,levando com ele uma sacola pequena na qual ele tinha posto alguns biscoitos e tâmaras, porque teria que atravessar o deserto, onde nenhuma comida poderia ser encontrada. Ele chegou ao seu destino sem qualquer infortúnio e, tendo terminado seus negócios, partiu em retorno. No quarto dia da jornada, o calor do sol era muito grande e ele decidiu descansar debaixo de algumas árvores. Ele achou, ao pé deu ma enorme nogueira, uma fonte de água clara e corrente. Ele desmontou, amarrou seu cavalo a um galho da árvore e se sentou junto à fonte, depois de ter tirado da sacola algumas tâmaras e alguns biscoitos. Quando ele terminou de comer, lavou a face e as mãos na fonte.De repente, ele viu um gênio enorme, pálido de fúria, vindo para ele, com uma cimitarra nas mãos. — Levante-se! — ordenou o gênio, com uma voz terrível. — Deixe-me mata-lo como você matou meu filho!Ao dizer estas palavras, ele deu um grito horroroso. O comerciante,totalmente petrificado diante da face horrorosa do monstro e com as palavras contra ele, respondeu tremulamente: — Ai, meu bom senhor bom, o que posso eu ter feito a você para merecer esta morte horrorosa? — Eu o matarei! — repetiu o gênio. — Da mesma forma como você matou meu filho.                                                                                        — Mas — disse o comerciante, — como possa eu ter matado seu filho se não o conheço e nunca o vi até agora? — Quando você chegou aqui, você não se sentou no solo? — perguntou o gênio. — E você não apanhou algumas tâmaras de sua sacola e, ao come-las, não lançou os caroços fora? — Sim, eu certamente fiz isso — confirmou o comerciante. — Então, eu lhe falo você matou meu filho. Enquanto atirava os caroços fora,meu filho passou a sua frente e um deles o acertou no olho, matando-o. Assim, eu também matarei você. — Ah, senhor, me perdoa! — implorou o comerciante. — Não terei clemência com você — respondeu o gênio. — Mas eu matei seu filho sem querer, assim eu imploro que me poupe a vida. — Não! Eu o matarei como matou meu filho!Dizendo isso, ele amarrou os braços do comerciante, lançando-o ao solo.Ergueu a cimitarra para lhe a cabeça. O comerciante protestou mais uma vez sua inocência e lamentou as crianças de sua esposa, tentando evitar seu trágico destino.O gênio, com a cimitarra erguida acima de sua cabeça, esperou até que ele tivesse terminado, nem um pouco sensibilizado com as súplicas do outro.Quando o mercador percebeu que o gênio estava determinado a lhe cortar a cabeça, ele disse: — Só mais um pedido, eu peço. Conceda-me um adiamento, apenas um pouco de tempo para eu ir para casa dizer adeus a minha esposa e filhos e fazer meu testamento. Quando eu fizer isto, eu voltarei aqui e você me matará. — Se eu lhe conceder o adiamento que me pede, temo que você não volte mais aqui.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           — Eu lhe dou minha palavra de honra — respondeu o comerciante. — Eu voltarei sem falta. — Quanto tempo você quer? — perguntou o gênio. — Eu lhe peço a graça de um ano — respondeu o comerciante. — Eu lhe prometo que, daqui a doze meses, eu o estarei esperando debaixo desta árvore para lhe entregar a minha vida. Nisso o gênio o deixou perto da fonte e desapareceu. O comerciante, tendo se recuperado do susto, montou seu cavalo e retomou seu caminho. Quando chegou em casa, a esposa e as crianças o receberam com a maior das alegrias. Mas em vez de abraçá-los, ele começou a se lamentar amargamente. Eles adivinharam logo que algo terrível havia acontecido. — Fale, conte-nos o que aconteceu! — pediu a esposa dele. — Ai! — respondeu-lhe. — Eu só tenho um ano para viver.Então ele lhes contou o que tinha acontecido entre ele e o gênio, e como ele tinha dado sua palavra de voltar ao término de um ano para ser morto. Quando ele souberam esta notícia terrível, entraram em desespero e lamentaram muito. No dia seguinte, ao retomar seus negócios, a primeira coisa que o comerciante começou afazer foi pagar suas dívidas. Deu presentes para os amigos e grandes esmolas para os pobres. Ele determinou a liberdade de seus escravos e cuidou para nada faltas seà esposa e aos filhos.O ano passou logo, obrigando-o a partir. Quando ele tentou dizer adeus, qua se foi vencido pelo sofrimento e, com dificuldade, tomou a direção de seu destino final. Quando lá chegou, ele desmontou e se sentou junto à fonte, onde ele esperou a chegada do gênio terrível. Estava ali, esperando, quando um homem velho que conduzia uma corça veio até ele. Saudaram-se e então o velho indagou:                                                                                                          — Deixe-me perguntar, irmão, o que o trouxe a este lugar do deserto, onde há tantos gênios maus? Vendo estas belas árvores, qualquer um imagina que o local é habitado, mas, na verdade, é um lugar perigoso para se parar por muito tempo.O comerciante falou para o velho por que era obrigado a estar ali. O outro o ouviu com surpresa. — Mas esse é um acontecimento maravilhoso! Eu gostaria de ser testemunha de seu encontro com o gênio — falou o velho, sentando-se ao lado do comerciante.Enquanto eles conversavam, um outro velho chegou, seguido por dois cachorros negros. Ele os saudou e perguntou o que eles estavam fazendo naquele lugar. O velho que estava conduzindo a corça lhe contou a aventura do comerciante com o gênio. O segundo velho, que jamais ouvira uma história semelhante, também decidiu ficar para ver o que iria acontecer. Sentou-se junto aos outros e estavam conversando, quando um terceiro velho chegou, trazendo em seus braços um pote amarelo. Ele perguntou por que o comerciante que estava com eles parecia tão triste. Eles lhe contaram a história e ele também decidiu ficar paraver o que aconteceria entre o gênio e o comerciante.Estavam esperando, quando viram uma fumaça espessa, como uma nuvem de poeira. Aquilo foi se aproximando cada vez mais e então tudo desapareceu repentinamente. Eles viram o gênio que, sem falar com eles, se aproximou do comerciante, com espada na mão. Segurando-o pelo braço, disse: — Levante-se e me deixe matá-lo como você matou meu filho.O comerciante e os três velhos começaram a lamentar e gemer. Então o velho que conduzia a corça se lançou aos pés do monstro e suplicou: — Príncipe dos Gênios, eu imploro que detenha sua fúria e me escute. Eu vou lhe contar minha história e a da corça que tenho comigo. Se você achá-la maravilhosa, eu peço que anule um terço do castigo do comerciante que está a ponto de matar!O gênio considerou algum tempo, e então disse: — Muito bem, eu concordo com isso. — Eu vou começar minha história agora — disse o velho. — Por favor, ouça-me com atenção! — pediu ele e iniciou sua história.                                                                   

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Solutions to create green corners

Inspire is a great idea and vertical garden is a great solution to let nature into your home at a time that horizontal spaces are becoming smaller.                                                                                                                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                                                Herbs, fruit trees, flowering shrubs and ground covers combine in this construction, part of a garden designed by landscape designer Gilberto Elkins . The idea was to bring together species of various scents. "I also tried to create an interesting game with volumes. So I used two types of container: wooden boxes and ceramic pots, "he says. In high planter Cumaru, basil (1) thyme (2) and rosemary (3) were placed. The orange-pear (4) occupied the boxes supported on the floor. Caution: in flowerpots and vases, as there is little land, the moisture is more subject to changes in climate. Always observe if the soil is parched and increase the frequency and volume of irrigation when needed. Inside the boxes Cumaru, FLOWERPOTS zinc avoid water contact with the wood. 
              When designing this garden, the architect Laciana Taquary  sought to make a counterpoint to the architecture of the house, "very modern", in the opinion of the residents. "I bet on wooden furniture with an air of farm and FLOWERPOTS fiber and applied brick in the wall," he says. In lieu of flowers, she prioritized green species, which require less care, as the Areca palm cateca (1). "It seems the imperial palm, but not much grows: ten years from now, the foliage is still visible without having to lift the look," he explains. Of rapid growth, the vine Mucuna, Mucuna benettii or (2), provides a shady area. The sunbed eucalyptus reforestation is the Saccaro.                                            
In the back of a townhouse, Helena Freitas Azevedo (11 2894-8678) organized the landscape area of ​​10 x 10 m around a granite table of 1.20 m in diameter, the Pagliotto (11 5041-5288). This mobile, as well as banks and teak chairs, stand the weather well. The only element that asks attentive maintenance are the escaevolas (Scaevola aemula, 1), which need to be watered twice a day. Moreover, simply remove the dried leaves of the species. Before, the yard had a severely damaged flooring and a covered piece of land. "Although covering the floor with drainage blanket and over, spreading gravel was rapid and without riot way to unify the environment," says landscaper. To complete, she designed a way Miracema stone.                               
       No stunning and the engine air-conditioner view this corner of the porch was rescued by interior designer Juliana Hamacek (11 8181-5423). She created a cabinet with the same Cumaru the deck to hide the equipment. The Masquerade (made by Multiformas, 11 3819-2597) offers access doors and ventilation openings and serves as support for herbs, planted in pots of Vietnamese ceramics . How windy there, picked up heavy containers, which were fixed in wood with double sided tape. Selected to be a decoy for the birds, the jabuticabeira (1) was purchased as an adult. For smaller vessels, gave preference to herbs, simpler than the maintenance of ornamental plants. Rosemary (2) salsa (3), basil green (4) oregano (5) purple basil (6) come from Anni Verdi .                
        Perto do fim da reforma, a proprietária desta cobertura não via a hora de terminar a obra. Por isso, o paisagista Odilon Claro adotou soluções rápidas na renovação da área externa: cobriu o piso antigo com um deque de itaúba sem verniz e as paredes receberam uma tinta à base de terra e molduras de peroba de demolição, enquadrando meios-vasos. “No espaço definido pelas molduras, apliquei um tom mais escuro da mesma tinta, o que barateou a ideia”, diz. Ele lembra ainda que, em uma cobertura, as plantas não podem ser altas demais, senão o vento as derruba. Optou-se, então, por exemplares de baixo e médio porte, sendo que os maiores ficaram junto aos guarda-corpos, como o jasmim-amarelo (Jasminum mesnyi, 1) e a clúsia (Clusia rosea, 2). Além do jasmim, a azaleia-japonesa (Rhododendron x simsii, 3) garante flores no espaço. Móveis, vasos e plantas da Anni Verdi .                                                                        
Facing the back of the house, the view in this window was not the most beautiful. Therefore, the interior designer Maria do Carmo Ferreira (11 3815-4311) devised an attractive: "I took that in place the floor is raised to mount a small garden buchinhos". The ceramic pots - have bought with plants in Ceagesp (SP) - have different heights, giving the impression of a miniature forest. To give a good finish, the floor is covered with white pebbles number 3 and a bamboo mat was fixed on the grid at the bottom, which increases the sense of privacy without blocking the ventilation. Care of the species are simple: water frequently, keeping the soil moist, trim to save the format of the ball and leave in full sun.


Jardim horizontal

Inspirem se  e uma otina ideia jardim vertical é uma ótima solução para deixar a natureza entrar na sua casa, em uma época que os espaços horizontais estão cada vez menores.
jardim-vertical-dentro-de-casa
Essas verdadeiras paredes vivas podem ser montadas na varanda, na sala ou até mesmo na cozinha. Elas colaboram com a diminuição dos efeitos da emissão de carbono e diminuem a temperatura do ambiente pelo controle da energia solar. A engenheira agrônoma e paisagista Ana Augusta Lupionda Lupion Paisagismo, ensina como montar um jardim vertical, quais plantas utilizar e como fazer a manutenção. Acompanhe o post e fique por dentro das principais técnicas e harmonias para  você montar o seu jardim vertical!

Jardim Vertical | Como montar?

Existem diferentes técnicas para montar um jardim vertical e para todos os bolsos! Uma das mais sofisticadas são os blocos da Green Wall Ceramic, que formam vasinhos e contam com a possibilidade de instalar um sistema de irrigação, que facilita o cuidado e manutenção.
ceramica-jardim-vertical
Neo Rex oferece blocos de concreto pré-moldados, que podem ser concreto fundido, com jardineiras continuas ou blocos de concreto socado, com jardineiras zigue e zague. Também podem ser instalados com sistema de irrigação. Outra opção mais simples são os kits de sistema modular, feitos de uma estrutura de plástico, onde os vasinhos são adquiridos separadamente.
Você também pode montar seu jardim vertical de maneira mais simples, pregando vários vasinhos de diversos tamanhos na parede, formando uma composição harmoniosa. Uma boa opção é utilizar vasinhos e  placas de fibra de coco para montar o painel, como a foto abaixo.
Treliças de ferro ou madeira com vasos meia lua é outra opção de montagem. Para colocação deve-se chumbar a treliça na parede e prender os vasos com ganchinhos. Esta alternativa facilita o uso da vegetação, pois você pode colocar vasos maiores. Os vasos meia lua também podem ser pregados em tela de alambrado.

O que plantar?

jardim vertical permite o uso de diversas plantas. Os blocos e vasos menos profundos exigem mais cuidado na escolha das espécies. Deve-se optar por plantas de raízes mais superficiais como por exemplo: dinheiro-em-penca (Callisia repens), lambari -roxo (Tradescantia zebrina), peperômia (Peperômia scandens) entre outras.
Para os blocos de concreto pré-moldado, algumas espécies indicadas são: barba de serpente (Ophiopogon jaburam) e aspargo-pendente (Asparagus densiflorus).

Como cuidar?

paredes-vivas
Em qualquer das opções listadas acima, deve-se tomar alguns cuidados especiais manutenção do jardim vertical. Muito cuidado com a irrigação e drenagem dos vasinhos, sempre verifique colocando o dedo nos vasos para ver se o solo não está muito encharcado ou muito seco.
Escolha sempre a espécie recomendada para o tipo de clima e iluminação onde o jardim será instalado. A adubação deve ser frequente, o ideal é fazer uma adubação química de NPK no verão, com a quantidade e formulação especifica para as espécies utilizadas e no inverno o ideal é utilizar produtos orgânicos.
Agora que você já sabe montar jardim vertical, confira algumas referências e inspire-se!
jardins-verticais

Cheese bread

ingredients 
3 eggs 
400g grated mozzarella cheese 
1 tablespoon grated Parmesan cheese 
5 medium potatoes cooked and mashed 
300ml milk 
300 ml of oil 
1 pinch of salt 
1 kg of cassava starch 
 method of preparation 
In a bowl blanch the starch with the heated oil and milk aferventado 
Add salt, grated Parmesan cheese and eggs, knead well 
Add to the mix the grated mozzarella cheese and potatoes, kneading always well 
Mold the loaves of cheese into small balls and uniforms, put them on a greased baking sheet with oil 
Bake in preheated oven at 200 ° for about 20 minutes, or until lightly golden 
The cheese rolls can be frozen before being baked.

Pão de queijo

ingredientes

  • 3 ovos
  • 400 g de queijo mussarela ralada
  • 1 colher de queijo parmesão ralado
  • 5 batatas médias cozidas e amassadas
  • 300 ml de leite
  • 300 ml de óleo
  • 1 pitada de sal
  • 1 kg de polvilho azedo

    modo de preparo

    Em uma tigela escalde o polvilho com o óleo aquecido e o leite aferventado
    Adicione o sal, o queijo parmesão ralado e os ovos, amasse bem
    Juntar à mistura o queijo mussarela ralado e as batatas, sempre amassando bem
    Molde os pães de queijo em bolinhas pequenas e uniformes, coloque-os em uma assadeira untada com óleo
    Asse em forno pré-aquecido, à 200°, por aproximadamente 20 minutos, ou até ficarem levemente dourados
    Os pães de queijo podem ser congelados antes de serem assado.     

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A Literary Challenge : " Bring Something similar "

A Literary Challenge :
" Bring Something
similar "

2
Many people do not understand the literary challenge of Quran
in order to produce something like it
Assume that simply means writing something as " good"
as the Qur'an .
Because of this , many skeptics point out - correctly - that
literary value judgments are highly subjective . If someone
says he thinks a certain selection of prose or poetry better than
Quran , who could argue with him ? It's really
a matter of personal judgment and taste? Who would
referee?
The challenge of the Qur'an , however, is not simply write
something of equal literary merit , but to produce something like the Qur'an .
This can be seen in all the verses of challenge. god
says :
" Say (O Muhammad ) if mankind and jinn joined together
to produce something like this Qur'an , not be able to even
is to help one another . " (Quran 17:88 )
God says :
3
" Or they say ." He has forged it ' Say: ' Then bring
ten suras forged , similar to him , and asked ( aid ) to
both , whom ye , besides Allah , if ye are truthful .
But if ye are not met , know , then, that this ( Qur'an )
was revealed by the permission of God, and that there is no god
besides Him . Ye then Muslims ? . ' " (Quran 11:13)
God says :
" Or they say, ' He has forged it . ' Say: ' Then bring a chapter like
this and call if you can , other than God , if you are truthful ' "
( Qur'an l0 : 38 )
God says :
" And if ye are in doubt concerning that which We have sent down on
Our servant , do you see a sura equal to a single chapter , and
call your witnesses besides God if you are truthful . "
But if ye do not - and will not that do you - beware of the fire whose
fuel is men and stones , prepared for the
. unbelievers " ( Qur'an 2 : 23-24 )
So it's not simply a matter of quality - not
even have to be of equal merit ! Similarity is all that matters .
What is required for the challenge is to reach at least a level
comparable literary beauty, nobility and sublimity of the Quran
while at the same time mimics the particular style
Quran .
You can superficially mimic the style of the Qur'an and many
people were successful in doing so - but all attempts
since the days of Musailimah to date proven to be silly and
absurd and often invoked laughter and derision . This is a
unanimous consent of all who heard or read those attempts .
Likewise , it is possible for a person writing in
Arabic to reach a high level of literary excellence and , in most
poignant poetry and prose, convey the thoughts and
4
noblest sentiments - but nobody has ever done this using
Quran's particular style .
And what an elusive style it proved to be ! The Qur'an is neither
Arabic prose nor in what is acknowledged as Arabic verse .
It is not written in a combination of prose and poetry, but
none of these forms . It is unique . At the same time , the Qur'an is
internally consistent in maintaining your unique style .
Only the Qur'an has the highest level of literary excellence
- To the point of getting people to ecstasy and tears - while
maintaining this style .
This , then, is the acid test : Write something in the same style
Qur'an and in doing so produce something of quality and sublimity
similar .
Still, one could argue that the evaluation of
results is still grounded in subjective literary tastes . of
agreement. However , the second part of the challenge is to bring
witnesses to attest to the quality of this assessment , not only
to the claim.
Throughout history people have tried to write in style
the Quran . The results have always been so laughable that
nobody would venture to say that he believes the effort is
equates the Quran in literary merit . The reason why nobody
dared I do it is not fear of reprisal - as some skeptics
suggested - but the fear of looking like a complete idiot . one
early example was :
Al -Feel
Feel - bad
Wa maa adraaka feel ill
Dhanabun radheel Lahu , wa Taweel khurtoomun
... which translates as :
5
The Elephant -
What is the elephant ?
And what do you understand what is the elephant ?
He has a scraggly tail and a very long trunk .
We can guarantee that this is a successful attempt to
imitating the superficial style of the Quran . Is clearly framed
in the opening verses of Surah al - Qariah or Surah al - Haaqqah .
However, with this model, it is not surprising that people do not
are willing to put their reputation at risk to prove its
literary excellence .
We should pause to consider : what other style
Literary produced a great literary work and indisputable , the
same time guaranteed to bring the most wretched failure to
anyone attempting to try it ?
Usually it's not a bad idea written imitate a style
successful. However, a challenge to produce a single
chapter like the Koran - the shortest chapter being merely three
verses of modest length - has proven impossible to
satisfied.
We must remember that not all Arabic speakers are
Muslims . Many are Christians and Jews . Some are atheists .
They live in all parts of the world. Among all these Arabs nãomuçulmanos , there are poets and prose writers
prominent and important literary critics . None of them claims
they or someone else has produced a job
Literary resembling the Quran , in both style
quality.
For someone who speaks Arabic , this is an obvious thing . any
Arab who looks at people's attempts to write the
style of the Quran generally falls into laughter at his
inability or banality .
6
Those who did not speak Arabic , although they may not have this
experience directly, can ascertain that no
serious literary claim has been made .
Surely , there is subjectivity in any review
literary . That would be a problem in a challenge with a single
judge or a panel of judges , or if there is a biased criterion
as " only Muslims scholars can be judges ."
However , no such restriction in the challenge .
The general consensus of the international Arabic literary community -
and the Arab masses - is that there is nothing that satisfies
challenge. This is an objective standard evaluation .

Um desafio literário “Apresente Algo Semelhante”


Um Desafio Literário: 
“Apresente Algo 
Semelhante”

2
Muitas pessoas não entendem o desafio literário do Alcorão 
para que se produza algo semelhante a ele
Supõem que significa simplesmente escrever algo tão “bom” 
quanto o Alcorão.
Por conta disso, muitos céticos destacam – corretamente – que 
julgamentos de valor literário são altamente subjetivos.  Se alguém 
diz que considera certa seleção de prosa ou poesia melhor do que o 
Alcorão, quem poderia argumentar com ele?  Trata-se realmente 
de uma questão de julgamento e gosto pessoais?  Quem seria o 
árbitro?
O desafio do Alcorão, entretanto, não é simplesmente escrever 
algo de mérito literário igual, mas produzir algo como o Alcorão.
Isso pode ser visto em todos os versículos de desafio.  Deus 
diz:
“Dize (Ó Muhammad) se a humanidade e os gênios se unissem 
para produzir algo como esse Alcorão, não o conseguiriam, mesmo 
se ajudassem uns aos outros.” (Alcorão 17:88)
Deus diz: 
3
“Ou eles dizem: ‘Ele o forjou.’ Dize: ‘Pois bem, apresentais 
dez suratas forjadas, semelhantes às dele, e pedi (auxílio), para 
tanto, a quem possais, em vez de Deus, se estiverdes certos. 
Porém, se não fordes atendidos, sabei, então, que este (Alcorão) 
foi revelado com a anuência de Deus e que não há mais divindade 
além d’Ele.   Sereis, então, muçulmanos?.’” (Alcorão 11:13)
Deus diz:
“Ou eles dizem: ‘Ele o forjou.’ Dize: ‘Trazei um capítulo como 
esse e chamai, se puderes, outro senão Deus, se sois verídicos’” 
(Alcorão l0:38)
Deus diz:
“E se estais em dúvida acerca do que fizemos descer sobre 
Nosso servo, fazei vir uma surata igual a um único capítulo, e 
convocai vossas testemunhas ao invés de Deus se sois verídicos.” 
Mas se não o fizerdes – e não o fareis – guardai-vos do Fogo, cujo 
combustível são os homens e as pedras, preparado para os 
descrentes.” (Alcorão 2: 23-24)
Portanto, não é simplesmente uma questão de qualidade – não 
tem nem que ser de mérito igual! Semelhança é tudo que importa. 
O que é exigido pelo desafio é alcançar pelo menos um nível 
comparável da beleza literária, nobreza e sublimidade do Alcorão 
enquanto que ao mesmo tempo imita o estilo particular do 
Alcorão.
É possível imitar superficialmente o estilo do Alcorão e muitas 
pessoas foram bem sucedidas ao fazê-lo – mas todas as tentativas 
desde os dias de Musailimah até o presente provaram ser tolas e 
absurdas e com freqüência invocaram risos e escárnio.  Esse é um 
consenso unânime de todos que ouviram ou leram essas tentativas.
Da mesma forma, é possível para uma pessoa que escreva em 
árabe alcançar um alto nível de excelência literária e, na mais 
comovente poesia e prosa, transmitir os pensamentos e 
4
sentimentos mais nobres – mas ninguém jamais fez isso usando o 
estilo particular do Alcorão. 
E que estilo indefinível ele provou ser! O Alcorão não está nem 
em prosa árabe e nem no que é reconhecido como verso árabe. 
Não está escrito em uma combinação de prosa e poesia, mas em 
nenhuma dessas formas.  É único.  Ao mesmo tempo, o Alcorão é 
internamente consistente na manutenção de seu estilo único.
Somente o Alcorão tem o mais alto nível de excelência literária 
– a ponto de levar as pessoas ao êxtase e às lágrimas – enquanto 
mantém esse estilo.
Este, então, é o teste difícil: escreva algo no mesmo estilo do 
Alcorão e ao fazê-lo produza algo de qualidade e sublimidade 
semelhante. 
Ainda assim, pode-se argumentar que a avaliação dos 
resultados continua baseada em gostos literários subjetivos.  De 
acordo.   Entretanto, a segunda parte do desafio é trazer 
testemunhas para atestar a qualidade dessa avaliação, não apenas 
fazer a reivindicação.
Ao longo da história as pessoas têm tentado escrever no estilo 
do Alcorão.   Os resultados têm sido sempre tão risíveis que 
ninguém se aventuraria em dizer que acredita que seu esforço se 
equipara ao Alcorão em mérito literário.  A razão porque ninguém 
ousaria fazê-lo não é medo de represálias – como alguns céticos 
sugeriram – mas o medo de parecer um completo idiota.  Um dos 
primeiros exemplos foi:
Al-Feel
Mal-Feel
Wa maa adraaka mal-feel
Lahu dhanabun radheel, wa khurtoomun taweel
...que se traduz como: 
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O Elefante - 
O que é o elefante?
E o que faria você entender o que é o elefante?
Ele tem um rabo áspero e uma tromba muito comprida.
Podemos garantir que essa é uma tentativa bem sucedida de 
imitar o estilo superficial do Alcorão.  Está claramente moldada 
nos versos de abertura da surata al-Qariah ou Surata al-Haaqqah. 
Entretanto, com esse modelo, não é surpresa que as pessoas não 
estejam dispostas a colocar sua reputação em risco para atestar sua 
excelência literária.
Devemos fazer uma pausa para considerar: que outro estilo 
literário produziu um grande trabalho literário indisputável e, ao 
mesmo tempo, com certeza causará o mais fragoroso fracasso a 
qualquer um que tente experimentá-lo?
Geralmente não é uma má idéia um escrito imitar um estilo 
bem sucedido.  Entretanto, um desafio para produzir um único 
capítulo como o Alcorão – o capítulo mais curto tendo apenas três 
versículos de extensão moderada – se mostrou impossível de ser 
satisfeito.
Devemos lembrar que nem todos os que falam árabe são 
muçulmanos.  Muitos são cristãos e judeus.  Alguns são ateus. 
Vivem em todas as partes  do mundo.   Entre todos esses nãomuçulmanos árabes, existem poetas e escritores de prosa de 
destaque e importante críticos literários.  Nenhum deles reivindica 
que eles ou alguma outra pessoa tenha produzido um trabalho 
literário que se assemelhe ao Alcorão, tanto no estilo quanto na 
qualidade.
Para alguém que fala árabe, isso é uma coisa óbvia.  Qualquer 
árabe que olhe para as tentativas das pessoas de escreverem no 
estilo do Alcorão geralmente cai na gargalhada por conta de sua 
inabilidade ou banalidade. 
6
Os que não falam árabe, embora não possam ter essa 
experiência diretamente, podem averiguar que nenhuma 
reivindicação literária séria foi feita.
Com certeza, existe subjetividade em qualquer avaliação 
literária.  Isso seria um problema em um desafio com um único 
juiz ou um grupo de juízes, ou se houvesse um critério tendencioso 
como “apenas sábios muçulmanos podem ser juízes”.
Entretanto, não há tal restrição no desafio.
O consenso geral da comunidade literária internacional árabe –
e das massas árabes – é de que não existe nada que satisfaça o 
desafio.  Isso é um padrão objetivo de avaliação.